Os momentos de pânico vividos por uma merendeira da Escola Municipal Tássio Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, dão a dimensão da tragédia, que até o momento deixou 11 mortos, a maioria crianças.
A merendeira, que há 12 anos trabalha na instituição e não quis se identificar, relatou o ataque do atirador, que inicou os disparos por volta das 8h desta quinta-feira.
"Na hora dos tiros parecia que a escola estava caindo. Parecia que era reforma no último piso. A professora da sala saiu gritando dizendo que tinha um homem atirando na sala de aula e nós não acreditamos".
Quando percebeu o que estava acontecendo na escola, a merendeira, que estava na cozinha, disse ter corrido para uma das casas vizinhas à instituição.
"Eu saí ralando os braços para correr, fui parar embaixo da cama de uma moradora", diz a funcionária.
Ela relatou ainda que o intenso barulho de tiros teve cerca de 3 minutos de duração. "Ele (atirador) devia ter umas duas ou três armas porque eram muitos tiros".
A merendeira disse ainda ter voltado ao local da tragédia para buscar a bolsa com os documentos. (eBAND)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar