De acordo com o diretor geral da Escola Tasso da Silveira, professor Luís Marduk, apenas dez alunos pediram transferência de colégio ao longo do dia desta segunda-feira (11). Ele e os demais professores estão tentando convencer todos os pais a manter seus filhos na escola.
“Existe um movimento de pedido de transferência, mas é muito pequeno. Estamos num trabalho de sedução porque a gente precisa desses alunos. Eles precisam ficar aqui dentro para superar esse terror”, afirmou Marduk. Segundo ele, a escola começará a ter atividades culturais na próxima semana, com oficinas de artes e eventos com artistas. “Ainda não dá para dizer quando a escola voltará a funcionar regularmente”, explicou.
Ao longo do dia, professores foram recebidos nas instalações e tiveram apoio psicológico. Para alunos e seus pais, o atendimento era feito num posto de saúde da família da prefeitura do Rio a poucos metros dali.
Considerado o herói em meio à tragédia, o sargento da Polícia Militar Marcio Alexandre Alves, autor do disparo que parou Wellington, que posteriormente se matou, também reapareceu na unidade na tarde de ontem. Foi acompanhar uma visita do presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, Mendonça Prado (DEM-SE). (Agência Estado)
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