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STF reinicia votação sobre união homoafetiva

Após o encerramento na sessão desta quarta-feira (4), o Supremo Tribunal Federal (STF) prosseguiu nesta quinta (5) com a votação sobre a validade da união civil entre pessoas do mesmo sexo. No primeiro dia da votação, foi lido apenas o voto do relator do

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Após o encerramento na sessão desta quarta-feira (4), o Supremo Tribunal Federal (STF) prosseguiu nesta quinta (5) com a votação sobre a validade da união civil entre pessoas do mesmo sexo. No primeiro dia da votação, foi lido apenas o voto do relator do processo, o ministro Carlos Ayres Britto, favorável às uniões homoafetivas.

>> Clique aqui e leia mais sobre o voto do relator Ayres Britto, no site do STF

Retomando o julgamento, o ministro Luiz Fux, que acompanhou o voto do relator e declarou que considera ser dever do Estado a luta pela implementação dos direitos fundamentais. Para Fux, a união homoafetiva se enquadra no conceito de família.

A ministra Carmem Lúcia votou logo em seguida, e fundamentou sua decisão no princípio da igualdade, que garante o direito de ser respeitado como diferente. A ministra votou a favor da união homoafetiva, e afirmou que todas as formas de preconceito merecem repúdio.

Neste momento o ministro Ricardo Lewandowski se pronuncia, antecipando as semelhanças de seu voto com o do relator Ayres Britto, acrescentando porém, algumas nuances. Caso se confirme o posicionamento favorável de Lewandowski, será o quarto voto em favor da validade das uniões homoafetivas. (DOL)

Leia a íntegra do voto do min Ayres Britto em favor do reconhecimento da união estável para casais do mesmo sexo: http://bit.ly/jAaKuCMin Dias Toffoli não participa do julgamento. Ele está impedido de votar porque atuou numa das ações quando foi advogado-geral da União.Com voto do min Luiz Fux, STF retoma neste momento o julgamento das ações que pedem o reconhecimento de direitos a casais homossexuais.Fux afirma que união homoafetiva se enquadra no conceito de família. Para ele, ações buscam vencer o ódio e a intolerância em nome da lei.Para Fux, é dever do Estado lutar pela implementação dos direitos fundamentais e é isto que se pede ao STF. Ele acompanha voto do relator.Min Cármen Lúcia anuncia que acompanhará voto do relator e fundamenta sua decisão. Cármen Lúcia diz que a forma escolhida para se viver não pode esbarrar no Direito e que todas as formas de preconceito merecem repúdio. Min Cármen Lúcia conclui voto e ressalta que princípio da igualdade garante o direito de ser respeitado como diferente. Placar: 3 x 0.
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