Começa hoje a campanha Rio Sem Homofobia, que irá veicular mensagens para reforçar a luta do movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transsexuais). A data escolhida pelo governo do Estado é emblemática. Desde 1993, celebra-se o “Dia Internacional de Combate à Homofobia e Transfobia”.
Ontem, no lançamento da campanha, o governador Sérgio Cabral autorizou funcionários públicos gays, incluindo bombeiros e PMs fardados, a participar da Parada Gay, em Copacabana, em novembro. “Podem botar carros de bombeiros e de polícia. O amor não deve ser razão de nenhum tipo de discriminação. Vemos isso em todas as cidades desenvolvidas do mundo, como Nova York e Paris. Por que não aqui?”, indagou Cabral, apresentando 125 metas para combater a homofobia.
Entre as ações, Cabral irá assinar decreto de reconhecimento e regulamentação do uso do nome social por travestis e transsexuais. A partir do dia 28, o “nome de guerra” estará liberado em orgãos públicos estaduais. Ele já havia anunciado a regulamentação da visita íntima para gays em presídios.
Turismo
Com a presença do coordenador de Diversidade Sexual da prefeitura, Carlos Tufvesson, a Riotur encerrou domingo participação no IGLTA (International Gay & Lesbian Travel Association), maior feira de operadores de turismo LGBT. “Mostramos que, quem conhece a cidade, se apaixona de cara e passa a viver como um carioca”, disse Tufvesson. Só no ano passado, 880 mil turistas gays vieram ao Rio, público que gasta 30% a mais nas viagens. (eBand)
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