Nestor de Moraes Vidal Neto, da coligação "Magé no rumo certo” (PMDB, PSDB, PSL e PSC), é eleito prefeito do município de Magé, na baixada fluminense, com 68,62% dos votos válidos.
Em segundo lugar ficou o candidato Werner Benites Saraiva da Fonseca, da Coligação "Magé para os mageenses" (PTdoB e PTC), com 23,82% dos votos válidos. Álvaro Alencar de Oliveira Rodrigues, do PT, obteve 4,69%, Genivaldo Ferreira Nogueira, do PPS, ficou com 1,62%, Octaciano Gomes Ramos, do PSOL, com 0,84% e Ezaquiel
Siqueira da Conceição, do PCdoB, com 0,41% dos votos válidos.
Dos 159.364 eleitores aptos, 34.039 deixaram de comparecer, o que representa 21,36% do eleitorado no município.
Três foram presos
Apesar do clima de tranquilidade na maioria dos locais de votação, a eleição fora de época terminou com três prisões em flagrante por boca de urna. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), dentre os detidos estava o terceiro-sargento e ex-chefe da Guarda Municipal de Magé, Renato de Abreu, que distribuía adesivos do candidato Werner Saraiva (PTdoB), pela família Cozzolino.
Ainda segundo o tribunal, o desembargador Luiz Zveiter, presidente do TRE, ameaçou decretar a prisão do prefeito em exercício de Magé, Anderson Cozzolino (PMDB), se ele insistisse em fazer boca de urna na Escola Jorge Veríssimo, o maior colégio eleitoral do município das 23 seções eleitorais.
O prefeito é também presidente da Câmara Municipal e irmão da ex-prefeita Núbia Cozzolino (PR), que foi cassada por abuso de poder e uso indevido de meios de comunicação durante a campanha de 2008. O vice-prefeito, Rozan Gomes, do mesmo partido, também foi cassado. Há seis chapas inscritas para a disputa eleitoral em Magé.
(Eband)
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