A exumação do corpo do menino Juan de Moraes, de 11 anos, está prevista para acontecer amanhã, às 10h, no Cemitério de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Os trabalhos acontecerão para que seja feita nova coleta do material de DNA.
A Justiça do Rio autorizou o processo a pedido do defensor público Antônio Carlos Oliveira. Ele representa Edilberto Barros do Nascimento, um dos quatro PMs acusados de envolvimento na morte da criança, durante uma operação policial, na favela do Danon, em Nova Iguaçu.
No primeiro laudo, o corpo encontrado no Rio Botas, em Belford Roxo, foi identificado como o de uma menina e de cor branca, sendo que Juan era negro.
O defensor público considera que o laudo inicial não apresenta erros grosseiros e afirma que todo os pontos do caso não estão esclarecidos. O resultado do novo exame vai sair no período de 20 a 30 dias.
Quando foi atingido, na noite do dia 20 de junho, Juan voltava da casa de um amigo com o irmão de 14 anos. Na ocasião, o irmão e outro jovem de 19 anos ficaram feridos. Os quatro policiais suspeitos cumprem prisão temporária.
(BAND)
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