A verba destinada até hoje para a recuperação das cidades da Região Serrana afetadas pelas chuvas de janeiro não é suficiente. Segundo o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, até agora o Estado tem R$ 147 milhões para as obras em encostas que, segundo ele, somam mais de 440 com risco de desabar. O trabalho é demorado porque requer estudos prévios.
De acordo com a assessoria de Pezão, o governo do Estado precisa de mais R$ 680 milhões, que também informou que o dinheiro necessário para a continuidade das obras nos municípios atingidos será para construções, dragagem de rios e contenção de encostas.
Logo após a tragédia, o Estado recebeu R$ 70 milhões para o atendimento emergencial dos municípios. De acordo com Pezão, desse dinheiro, R$ 21 milhões foram para aluguel social, R$ 49 para o socorro das vítimas e a remoção das 850 mil toneladas de lama, além de gastos com enterro de corpos, acessos a localidades que ficaram isoladas e alimentação de mais de 9 mil pessoas.
O governo do Rio ainda recebeu R$ 80 milhões que serão para a reconstrução de pontes. “Queremos evitar uma nova tragédia na região”, diz.
(BAND)
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