A deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF) foi mantida no cargo. Eram necessários 257 votos para que Roriz fosse cassada, mas o relatório reuniu apenas 166 votos ante 265 contra a medida. A votação também teve 20 abstenções.
Durante seu discurso de defesa na Câmara, no início da noite desta terça-feira, a deputada federal chorou e afirmou ter a “certeza de que irá resgatar sua capacidade política”.
Em março a deputada foi flagrada em vídeo recebendo cerca de R$ 50 mil de Durval Barbosa, pivô do escândalo do mensalão do DEM.
“O juiz político de meus atos é um só: os eleitores de Brasília... Em 2006 [época da gravação do vídeo], eu era uma cidadã comum, não era deputada nem funcionária publica. Portanto, não estava submetida ao Código de Ética do Parlamento”, afirmou Jaqueline em sua defesa.
Jaqueline ainda culpou a imprensa pelo escândalo. “A imprensa divulga em letras garrafais a suposta irregularidade. A minha inocência, entretanto, foi citada apenas em algumas meras notas de jornais”, reclamou. (Band.com)
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