O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu na manhã desta quinta-feira (8) o afastamento cautelar de 34 policiais militares que podem estar envolvidos no assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli, assassinada com 21 tiros no dia 12 de agosto, quando chegava em casa.
Os promotores da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, reiteraram a prisão preventiva de 28 desses 34 policiais, considerando o risco à ordem pública. Se a Justiça não entender que as 28 prisões preventivas são necessárias, o afastamento cautelar deverá ser aplicado como alternativa de punição aos policiais.
O CASO
A juíza Patrícia Lourival Acioli foi baleada e morta no momento que chegava em casa, em Niterói, no RJ. Testemunhas informaram que os criminosos estavam em uma moto e um carro.
Antes que Patrícia saísse do carro, os bandidos fizeram vários disparos. Segundo a PM, o crime tem característica de uma emboscada.
Ela era conhecida por sua atuação “linha dura” e tinha no histórico profissional vários casos contra policiais com desvio de conduta e de grupos de extermínio. (Band.com)
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