Dilma Rousseff embarcou, na noite deste sábado, no avião da Presidência da República logo após sair do aniversário do neto. Ela estava em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde mora a filha. Agora, a presidente brasileira volta para Brasília e se prepara para uma nova viagem internacional.
Na noite deste domingo ela segue para a África, onde deve visitar a África do Sul, Moçambique e Angola.
Na semana passada, Dilma afirmou que busca estreitar a cooperação com o continente e também com a Índia, ao participar, na próxima terça-feira, da 5ª Cúpula do Ibas – grupo que reúne Índia, Brasil e África do Sul.
Em Pretória, capital política da África do Sul, os três países vão tratar de projetos de cooperação. “Os governos da Índia, do Brasil e da África do Sul dão prioridade à cooperação Sul-Sul, com o objetivo de gerar contribuições efetivas no combate à desigualdade e a exclusão social”, explicou o porta-voz da Presidência, Rodrigo Baena.
Ao final, os três presidentes divulgam comunicado conjunto. Dilma também irá se reunir com o presidente da África do Sul, Jacob Zuma.
O segundo país que Dilma vista é Moçambique, na quarta-feira (19). Na capital Maputo, ela se reúne com o presidente Armando Guebuza e se encontra com empresários brasileiros que vivem em Moçambique. Atualmente, o país africano é o maior beneficiário da cooperação brasileira, com destaque para as áreas de saúde, educação, da agricultura e de formação profissional.
O último destino será Angola, na quinta-feira (20). Em Luanda, Dilma terá encontro com o presidente angolano, José Eduardo Santos, seguido de reunião com a participação de ministros. Ela estará também com as ministras de estado angolanas.
Os laços brasileiros com a Angola decorrem de o Brasil ter sido o primeiro país a reconhecer o governo independente angolano, em 1975. O país é um dos principais parceiros comerciais do Brasil na África. O Brasil investe em Angola, principalmente no setor da construção civil e nas áreas energética e de exploração mineral.
Ainda estão em negociação acordos de cooperação técnica com os governos de Moçambique e de Angola. Com esse último, no combate ao tráfico de drogas, geologia e minas e de Previdência Social. (Band)
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