O PDT tenta antecipar a negociação para a reforma ministerial que a presidente Dilma Rousseff planeja só para o início do ano que vem. O objetivo é manter a pasta do trabalho com o partido, apesar das denúncias contra o ministro Carlos Lupi.
O ministro do Trabalho cumpriu agenda normalmente um dia depois da reunião do PDT. O partido não divulgou uma nota oficial de apoio à permanência dele no governo. Mesmo assim, Carlos Lupi se diz com plenas condições de continuar no ministério.
A permanência de Lupi no cargo seria mais uma atitude de respeito ao PDT, partido em que a presidente Dilma entrou para a política, nos anos 80. Mas, segundo o planalto, a presidente não pretende antecipar a negociação da reforma ministerial. (eBand)
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