Depois de ter sido adiado por quatro vezes em cinco anos foi retomado ontem, e nesta terça-feira continua o julgamento do assassinato do vencedor da Mega-Sena René Senna, morto em 2007, no Tribunal do Júri de Rio Bonito, no interior fluminense. Entre os quatro suspeitos do crime está a viúva do milionário, Adriana Almeida, que seria mandante do crime. Além dela, estão sendo julgados a personal trainer Janaína Oliveira e os PMs Marco Antônio Vicente e Ronaldo Amaral por participação no crime.
Ontem, Adriana chegou ao fórum pouco antes do início da sessão. “Estamos há mais de cinco anos esperando por esse julgamento. Sempre acontece alguma coisa da parte dela para adiá-lo”, diz Miriam da Conceição Sena, 47 anos, irmã da vítima.
De acordo com o TJ, o julgamento deve durar esta quarta-feira, com a participação de 40 pessoas. Há dois anos, o ex-PM Anderson Sousa e Ednei Gonçalves Pereira, ex-funcionário da Prefeitura de Niterói, foram condenados como executores da morte de Renné, que ficou milionário em 2005 ao ganhar R$ 52 milhões na Mega-Sena.
(BAND)
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