As demissões para cortar custos nas companhias energéticas podem se ampliar, admitiram ontem as principais autoridades do governo na área. Na segunda-feira, a estatal Furnas anunciou planos de cortar 35% da folha de pessoal.
Com o pacote de medidas para a redução do preço da eletricidade anunciado pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, as empresas terão uma perda significativa de receitas já em 2013, por isso algumas já iniciaram programas de ajuste e outras poderão fazer o mesmo.
“As companhias agora precisarão se adaptar a uma nova realidade e é natural que haja adequação entre as receitas e as despesas. E esse corte de custos pode acontecer em pessoal ou em outras áreas. Isso é natural”, afirmou o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner. Para ele, as demissões podem se tornar uma tendência daqui para frente.
A própria presidente Dilma consideraria natural esse movimento, segundo informam interlocutores.
(AE)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar