O Serviço de Operações de Emergência Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) não identificou, até o momento, a origem da fuligem que caiu do céu em diferentes bairros do Rio de Janeiro hoje (25).
Segundo informou a assessoria de imprensa do órgão, vinculado à Secretaria Estadual do Ambiente, foi feita uma varredura pelos vários batalhões do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil e não foi identificada a fonte da fuligem.
O serviço permanece de plantão, embora não haja registro de queimadas ou incêndios na capital. Do mesmo modo, foi descartada a possibilidade de tratar-se de algum resíduo industrial.
A fuligem cinza foi observada desde o centro da cidade até o Leblon, na zona sul, levando muitos moradores a fecharem as janelas.
VULCÃO
Informações divulgadas no site Apolo11.com, especializado em ciência, espaço e tecnologia, levam a crer que as cinzas são originárias da erupção do vulcão Copahue, localizado na fronteira entre o Chile e Argentina.
Ele teria entrado em erupção no sábado (22), expelindo uma grande coluna de cinzas e material piroclástico que se elevou a mais de 1500 metros de altitude, e acabou sendo arrastada por ventos até o litoral brasileiro. Esta é a primeira erupção da montanha no século 21.
(DOL, com informações da Agência Brasil)
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