O julgamento de Gil Rugai será retomado às 9h desta terça-feira, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo. O ex-seminarista é acusado de ter assassinado o pai, Luiz Carlos Rugai, e a madrasta, Alessandra Troitino, em 2004.
Ontem, no primeiro dia de trabalhos, o perito do caso reconheceu um engano na imagem do sapato anexada ao processo: a marca na porta do quarto das vítimas é de um pé direito e a foto do calçado analisado é do esquerdo.
A defesa do acusado pelo assassinato do pai e da madrasta afirma que desmontou parte do tripé da acusação. No entanto, o integrante do Instituto de Criminalística Adriano Yonanime garante que o erro não altera a conclusão da perícia de que Gil é o autor do chute.
O réu tem acompanhado os trabalhos em plenário ao lado dos advogados de defesa, sem esboçar reações.
O crime
Luiz Carlos e Alessandra foram mortos na casa onde viviam no bairro de Perdizes, na zona oeste de São Paulo, no dia 28 de março de 2004. As suspeitas caíram sobre Gil, filho mais velho de Luiz Carlos. Na época, a frieza do rapaz ao receber a notícia da morte chamou atenção.
(DOL)
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