Pelo menos 35 cidades, incluindo 14 capitais, tiveram manifestações ontem, mas atraindo pequeno número de pessoas. Os políticos e as sedes dos Poderes Legislativo e Executivo continuam a ser os principais alvos. Em São Paulo, por exemplo, um protesto contra a corrupção e pela saída do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), do cargo partiu do Largo da Batata, em Pinheiros, com cerca de 80 manifestantes - mais de 25 mil estavam confirmados pelo Facebook.
No Rio, um grupo de aproximadamente 500 manifestantes fechou a Avenida Rio Branco numa passeata que seguiu da Candelária para a Cinelândia. Os manifestantes gritaram frases contra o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), Calheiros e a realização da Copa no Brasil em 2014.
Em Fortaleza, cerca de 200 pessoas se manifestaram na frente da Assembleia Legislativa, pela manhã, contra a corrupção - o movimento tinha 1.637 confirmações pelo Facebook.
Já os manifestantes que ocupavam a Câmara de Santa Maria desde o dia 25 deixaram o edifício ontem - após fazer a limpeza do prédio, incluindo as pichações na fachada.
O registro mais grave em protestos pelo País aconteceu em Manaus, depois que trabalhadores do transporte público fizeram uma paralisação, reivindicando benefícios trabalhistas.
(Agência Estado)
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