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Grupo sequestra família e assalta carro-forte

Criminosos roubaram nesta quarta-feira (31), um carro-forte na rodovia D. Pedro I, em Campinas, após sequestrar a mulher e dois filhos de um dos seguranças de transporte de valores.Os assaltantes renderam a família de um dos vigias na noite de terça-feira

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Criminosos roubaram nesta quarta-feira (31), um carro-forte na rodovia D. Pedro I, em Campinas, após sequestrar a mulher e dois filhos de um dos seguranças de transporte de valores.

Os assaltantes renderam a família de um dos vigias na noite de terça-feira, em sua casa, em Hortolândia. Depois de passar a madrugada com eles como reféns, os criminosos orientaram o segurança a ir para o trabalho e na altura do km 132 da rodovia parar para entregar os malotes com o dinheiro, segundo a Polícia Militar Rodoviária.

Dois malotes cheios de dinheiro foram entregues a dois assaltantes que passaram em um Corolla preto. Eles seguiram em sentido Anhanguera da rodovia. No momento em que o dinheiro foi pego, a mulher e os dois filhos do vigia, que não teve o nome divulgado, foram soltos.

O caso será investigado pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Campinas, que nos últimos dois dias prendeu dois suspeitos de chefiarem um grupo responsável por sete assaltos a carro-forte, desde o fim do ano passado, na região. "Era uma quadrilha especializada em ações de extorsão mediante sequestro. Eles pegam familiares dos seguranças e exigem a entrega do dinheiro", disse o diretor do Departamento de Polícia Judiciária do Interior 2 (Deinter-2), Licurgo Nunes Costa.

Antônio Marques da Silva Souza, de 38 anos, foi preso em Monte Mor, onde morava em um condomínio de luxo. Na sua casa, foram encontrados um fuzil, 2,5 mil munições (1,8 mil de fuzil), rastreadores, bloqueadores de sinal e disfarces, como roupas da Polícia Civil, do Exército e uma peruca. Ele seria o líder da quadrilha.

Em Sumaré, foi preso Claudio Ribeiro da Silva, que seria o braço direito de Souza. O grupo, segundo a DIG, teria lucrado mais de R$ 10 milhões nos últimos sete meses com esse tipo de crime na região de Campinas.C

(Agência Estado)

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