Uma das peritas responsáveis pela análise das provas materiais do crime da Brasilândia, na zona norte da capital paulista, diz que o caso não foi um desafio para a perícia técnica, mas sim um episódio triste. As informações são da Band FM.
Sem revelar detalhes das investigações, a perita criminal Norma Bonacorso, superintendente da Polícia Técnico Científica do Estado de São Paulo, afirma que os laudos são conclusivos sobre o que teria ocorrido nos dias 4 e 5 de agosto na casa dos policiais.
Apesar de não falar claramente, em diversos momentos na entrevista à BandNews FM, a perita deu indícios de que a suspeita principal da polícia - de que o menino Marcelo Pesseguini, de 13 anos, teria matado os pais, a avó e uma tia avó e depois se suicidado - deve se confirmar com os laudos.
A perita criminal Norma Bonacorso não quis revelar quais testes foram feitos para se chegar à conclusão do caso, mas questionei se o menino Marcelo Pesseghini, pelo porte físico, poderia ter tido condições de fazer tudo sozinho.
Ela respondeu que testes de força não foram feitos, não por falta de condições, mas porque os trabalhos da perícia feitos inicialmente descartaram a necessidade de se fazer esse tipo de prova. Ou seja, as provas coletadas e analisadas já foram suficientes para a conclusão da perícia técnica.
Ainda de acordo com a superintendente da Polícia Técnico Científica do Estado de São Paulo, os laudos serão entregues a partir da semana que vem.
A polícia segue ouvindo pessoas conhecidas da família para compor o inquérito.
(DOL)
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