O delegado que investiga o desaparecimento do menino Joaquim Pontes Marques, 3 anos, disse nesta terça-feira (3) que possui provas para concluir que o garoto foi morto na casa em que morava, localizada em Ribeirão Preto, São Paulo.
A mãe, Natália Ponte, e o padrasto, Guilherme Longo, continuam presos por serem os principais suspeitos do crime.
De acordo com o delegado, nenhuma divulgação será feita ainda, mas há provas que levam a essa conclusão e pelo que já foi apurado. A polícia aguarda os laudos dos exames toxicológico e das vísceras da criança.
Uma das suspeitas é que a criança, que era diabética, possa ter recebido uma alta dose de insulina.
Caso os resultados do exame não sejam entregues ao delegado até o dia 10 de dezembro, ele pedirá à Justiça tanto a prorrogação do inquérito, quanto as prisões temporárias de Longo e Natália.
(DOL)
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