O advogado Jonas Tadeu Nunes, que defende Caio Silva de Souza, preso na madrugada desta quarta-feira (12) pela morte do cinegrafista Santiago Andrade, da TV Bandeirantes, acusou partidos políticos e movimentos sociais de pagarem a jovens da periferia para participarem de protestos e promoverem atos de violência.
O advogado contou que o seu cliente e outros jovens recebiam pelo menos R$ 150 por cada protesto que participavam no Rio.
O advogado enfatizou que o rapaz preso vive numa "situação miserável, não no sentido de ser um monstro, um criminoso, mas no sentido de sua situação financeira, no sentido da pobreza extrema em que ele vive."
O chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, informou que existem inquéritos, abertos desde o ano passado, para apurar aliciamento de pessoas que participam das manifestações por grupos políticos.
(DOL)
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