Os principais fatores de risco para a doença renal crônica (DRC) são a hipertensão arterial, o diabtes melittus, sobrepeso, tabagismo, idade acima de 50 anos, história familiar de doença renal ou de algum tipo de doença renal. Mais de 30% da população adulta tem hipertensão arterial, cerca de 8% tem diabetes, 18% é tabagista e cerca de 50% tem excesso de peso. Do total de pessoas em diálise, mais de 60% são casos que evoluíram da diabetes e hipertensão.
DIAGNÓSTICO PRECOCE – Um dos grandes problemas no Brasil é a detecção tardia da doença renal. Cerca de 70% dos pacientes que entram em diálise descobriram o problema quando os rins já estavam gravemente comprometidos.
GRAVIDADE – Uma pessoa de 30 anos que tenha uma doença renal crônica tem a mesma chance de morrer por um problema cardiovascular que um senhor de 80 anos.
HÁBITOS SAUDÁVEIS - A epidemia de doenças crônicas não transmissíveis tem agravado a situação nacional dos problemas relacionados aos rins. A prática de atitudes saudáveis, como a boa alimentação, e a prevenção são fortes aliados no combate a essas doenças. Medidas tomadas no dia a dia podem ajudar a combater o aparecimento de doenças renais. São práticas como controlar a dieta, evitando o excesso de sal, carne vermelha e gorduras e fazer exercícios físicos regularmente. Ficar de olho na balança e não fumar também contribui para manter os rins saudáveis.
EXAMES – Além do controle da Diabetes e Hipertensão, há exames de rotina que podem anunciar problemas nos rins, como o teste de sangue para creatina e a detectação da presença de proteína ou sangue na urina.
A DOENÇA RENAL CRÔNICA - Esse termo significa a presença de uma perda lenta, progressiva e irreversível da função dos rins. Até que o paciente tenha perdido cerca de 50% do funcionamento dos seus dois rins, ele permanece praticamente sem sintomas. A partir desse ponto, vários sintomas podem ocorrer, como inchaço, pressão alta, anemia, entre outros.
CAUSA- Como causa de DRC, o último censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia apontou com 35,2% para Hipertensão, 27,5% para diabetes, 12,6% para glomerulonefrites, 4,2% para doença renal policística e 20,5% para outros diagnósticos.
(DOL, com informações da Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT))
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