plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 24°
cotação atual R$


home
NOTÍCIAS BRASIL

Alckmin é acusado de propaganda paga na internet

Os pagamentos para promover a página no Facebook do candidato à reeleição ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), estão registrados em nome de Felipe Sigollo, tesoureiro do Diretório Estadual do partido no Estado. Em resposta enviada ao T

twitter Google News

Os pagamentos para promover a página no Facebook do candidato à reeleição ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), estão registrados em nome de Felipe Sigollo, tesoureiro do Diretório Estadual do partido no Estado.

Em resposta enviada ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) no sábado (2), a rede social informou que os pagamentos feitos em benefício de Alckmin foram registrados por um cartão de crédito pessoal de Sigollo e somam US$ 7.604,88.

Agora, os advogados do candidato Paulo Skaf (PMDB), responsável pela ação, têm 24 horas para se manifestar sobre a informação, de acordo com despacho da juíza auxiliar de propaganda do tribunal, Claudia Lúcia Fonseca Fanucchi.

Eles devem incluir o nome do tesoureiro na ação, para que ele se manifeste formalmente, uma vez que a Lei Eleitoral proíbe qualquer tipo de propaganda paga na internet.

Além de ocupar o cargo de tesoureiro tucano em São Paulo, Sigollo é diretor da estatal estadual CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços) e secretário-executivo do Conselho de Patrimônio Imobiliário do Estado.

A reportagem tentou contato pelo telefone celular de Sigollo, mas ele não atendeu.

A campanha de Alckmin afirmou que o pagamento ocorreu em período pré-eleitoral, quando a candidatura à reeleição ainda não estava estabelecida. Disse, ainda, que o Facebook não exige autorização do titular da conta para que sejam comprados links patrocinados.

‘SEM ILEGALIDADE’

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou ontem que não houve “nenhuma ilegalidade” no pagamento de propaganda para promover a sua página no Facebook.

Em resposta enviada ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) no sábado (2), a rede social informou que pagamentos feitos em benefício de Alckmin foram registrados por um cartão de crédito pessoal de Felipe Sigollo, tesoureiro do diretório estadual do PSDB. A quantia soma US$ 7.604,88.

Os advogados do candidato Paulo Skaf (PMDB), concorrente de Alckmin na sucessão estadual, questionam na Justiça a impulsão da página do candidato através de patrocínio, já que a lei eleitoral proíbe qualquer tipo de propaganda paga na internet.

Em evento de campanha em São José dos Campos (a 97 km de São Paulo) Alckmin repetiu os argumentos dos seus coordenadores de campanha, de que a página foi patrocinada em período pré-eleitoral. “Se [Sigollo] o fez, não foi em período eleitoral”, disse. E acrescentou que “não tinha conhecimento” da publicidade na rede social. “Se tivesse, não teria autorizado, até porque acho totalmente desnecessário”, afirmou.

A defesa de Skaf deve, agora, incluir o nome do tesoureiro na ação, para que ele se manifeste formalmente. Além de ocupar o cargo no diretório tucano em São Paulo, Sigollo é diretor da estatal estadual CPOS (Companhia Paulista de Obras e Serviços) e secretário-executivo do Conselho de Patrimônio Imobiliário do Estado.

(Folhapress)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Notícias Brasil

    Leia mais notícias de Notícias Brasil. Clique aqui!