O transporte do paciente será decidido pelo Ministério da Saúde. A Fiocruz não informou quando o homem deixará o local. De acordo com o infectologista José Cerbino Neto, vice presidente do Instituto Nacional de Infectologia e que tratou pessoalmente de Bah, o imigrante pediu privacidade e não quis conversar para a imprensa. O africano ficou sabendo pela televisão da ocorrência de casos de racismo e quis preservar sua identidade, disse Cerbino Neto.
Caberá ao Ministério da Saúde informar se o homem volta a Cascavel em um avião da FAB ou em um voo comercial.
De acordo com Cerbino, a Fiocruz fará na próxima quinta-feira (16) uma avaliação geral de como funcionou o trabalho de isolamento do paciente.
Segundo o vice-presidente da Fiocruz, Valcler Rangel, que também estava na coletiva, a avaliação inicial foi positiva. "Conseguimos dar uma resposta rápida em um contexto de emergência pública a nível mundial. O resultado negativo nos dá tranquilidade, mas também nos mantém em alerta. Estamos organizados e no caminho certo" Rangel.
(Folhapress)
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