Completou nesta terça-feira (10), um ano da morte do cinegrafista Santiago Ilídio Andrade , da TV Bandeirantes, que foi atingido na cabeça, no dia 6 de fevereiro de 2014, por um rojão durante a cobertura de um protesto contra o aumento do preço do ônibus no Centro do Rio de Janeiro. Ele teve afundamento do crânio e perdeu parte da orelha esquerda.
A vítima chegou a ficar internada durante quase uma semana em estado grave, no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Souza Aguiar, no Rio de Janeiro, mas teve morte cerebral. Na segunda-feira (09), a creche Cruzada pela Infância do Leme, em Copacabana, que é dirigida pela família do repórter cinematográfico, foi reinaugurada e prestou homenagem à vítima.
A filha de Santiago contou que foi na creche que seus pais se conheceram. Arlita Santiago, viúva do cinegrafista, disse estar “feliz em realizar um sonho que também era da minha mãe, do Santiago e dos meus filhos”.
Acusados pelo disparo de rojão que matou Santiago, Fabio Raposo e Caio Silva tiveram prisão preventiva decretada há um ano. Em agosto, a Justiça determinou que os dois vão a júri popular, decisão contestada pela defesa, que também pediu habeas corpus para os réus no Supremo Tribunal Federal.
(DOL com informações do IG)
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