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Aneel aprova reajuste de até 32% em tarifa

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (7) o reajuste das tarifas de quatro distribuidoras de energia e a correção nos valores cobrados por outras sete empresas. Juntas, elas atendem a pouco mais de 17 milhões de unidade

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A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou nesta terça-feira (7) o reajuste das tarifas de quatro distribuidoras de energia e a correção nos valores cobrados por outras sete empresas.

Juntas, elas atendem a pouco mais de 17 milhões de unidades consumidoras - entre residências, indústrias e pontos comerciais - nos Estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Rio de Janeiro.

Desta lista, o maior aumento para residências ficou em 31,66%, no caso da Ampla (RJ), e o menor acabou sendo uma redução de 2,22% frente a tarifa praticada em 2014, caso dos clientes da Energisa Mato Grosso.

Durante a reunião da diretoria foram aplicados os reajustes ordinários da Cemat (MT), Cemig (MG), CPFL Paulista (SP) e Enersul (MS). Esse processo é feito anualmente pela agência e está previsto em calendário fixado pela agência. Ele leva em consideração, por exemplo, o efeito da inflação no período.

Já as demais empresas analisadas, como a Ampla (RJ), a Energisa Borborema (PB), e outras cinco empresas do grupo CPFL, que atuam no interior paulista, a correção anual das tarifas já havia sido feita nos meses de fevereiro ou março.

Entretanto, ao fazer os cálculos para a correção das tarifas dessas empresas, a Aneel ainda considerava que o empréstimo tomado em 2014 pelas distribuidoras de todo Brasil teria de ser pago em dois anos.

Apenas na semana passada, no último dia 31, a agência aprovou o valor final desse contrato de financiamento, considerando juros e garantia bancária, autorizando ainda o pagamento do acordo ao longo de quatro anos e meio, conforme tratado com os bancos em um arranjo que ficou em R$ 37,4 bilhões.

O alongamento do prazo de pagamento do empréstimo acabou por reduzir o tamanho da parcela anual que será paga pelos consumidores. Por isso, as tarifas ordinárias que haviam sido aprovadas tiveram de ser revistas, uma forma a repassar o ganho obtido por meio dessa negociação bancária.

(DOL com informações da Folhapress)

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