Após participar da repressão ao protesto realizado por professores em greve no Paraná nesta quarta-feira (29), o policial militar de Curitiba Umberto Scandelari publicou uma foto com rosto e braços coberto manchados por um líquido avermelhado, supostamente sangue. Entretanto, a PM do Estado informou que as manchas não eram sangue, como diversos internautas já suspeitavam.
Segundo da BBC Brasil, a corporação informou que as marcas eram resultado de uma bomba não letal, que libera um líquido que mancha os participantes dos protestos, para que sejam identificados posteriormente.
Na postagem do policial nas redes sociais, diversas pessoas haviam se manifestando dando apoio ao agente, achando que ele havia sido vítima de agressão. Entretanto, muitos internautas já desconfiavam que as manchas não eram sangue, principalmente devido à coloração das marcas. “Sangrou groselha”, “estorou a caneta de correção do profs nele” e “apanhou da Moranguinho” foram alguns com comentários irônicos na postagem.
Apesar do policial não ter sido agredido, cerca de 150 pessoas foram vítimas do confronto ocorrido entre policiais e educadores, sendo a maioria professores. Alguns continuam internados, em estado grave.
(DOL com informações da BBC)
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