A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um procedimento para apurar se houve crime de maus-tratos no caso de um rapaz que resolveu tatuar a cachorra. Segundo o delegado Washington Souza Filho, as informações preliminares não dão indícios que incriminam o jovem. As informações são do Correio Braziliense.
De acordo com o polícia, não houve dolo de causar sofrimento à cachorra. "O que sabemos por enquanto é que ele cuida bem do animal. A veterinária da cadela foi procurada pela polícia e disse que o animal recebe toda a atenção do dono", disse o delegado ao Correio Brasiliense.
O caso ganhou repercussão após o rapaz postar uma foto de uma pit bull com um desenho tatuado na perna. O tatuador Jaykson Rockstok disse à polícia que resolveu submeter o animal ao procedimento por uma questão estética.
O tatuador fez um vídeo para se defender. "Eles não sabem que o veterinário aplicou uma parada para ela dormir de boa", diz em um trecho do vídeo.
Em outro trecho, o tatuador diz o que pensa sobre maus-tratos. "Maus-tratos é quando a pessoa mata o cachorro, deixa o cachorro sem comer, corta a orelha da cachorra. Gosto da minha cachorra demais para fazer isso aí", avalia.
(DOL com informações do Correio Braziliense)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar