Estudantes de licenciatura em educação do campo da Universidade de Brasília (UnB) fizeram hoje (1º) um ato em frente ao Ministério da Educação (MEC) cobrando a bolsa permanência, que está atrasada, no caso dos veteranos, e nunca chegou a ser paga aos novatos.
Os estudantes são moradores ou trabalhadores da área rural, que se preparam para serem professores do ensino fundamental e médio. Sem o auxílio, eles têm dificuldade em se manter no curso. Pelo Programa Bolsa Permanência, o MEC concede auxílio financeiro a estudantes matriculados em instituições federais de ensino superior em situação de vulnerabilidade socioeconômica e a estudantes indígenas e quilombolas.
O curso funciona em regime de alternância, ou seja, os estudantes passam dois meses no Distrito Federal, onde recebem a formação, e dois na comunidade onde moram para continuar os estudos e desenvolver atividades relacionadas ao aprendizado. Segundo os alunos, isso faz com que tenham que se dedicar integralmente aos estudos, não possibilitando outra fonte de renda.
Um grupo de estudantes foi recebido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu) do MEC. Segundo a pasta, não houve decisão e uma nova reunião foi agendada para a próxima terça-feira (7).
(Agência Brasil)
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