Um item indispensável no cotidiano das pessoas é a principal vilã da inflação, a conta de energia ficou no alto do pódio no mês de julho com 4,17% mais cara.
A informação foi divulgada nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o levantamento, a alta foi maior nas regiões metropolitanas de Curitiba (11,4%) e São Paulo (11,11%), devido ao reajuste de tarifas de empresas distribuidoras.
Em regiões, como Campo Grande , Belo Horizonte e Brasília, a alta foi menor e puxada pelos impostos (PIS/COFINS) ficando respectivamente em: 2,72%, 2,04% e 2,03%.
Água e esgoto
O ranking segue e mostra que as contas de água e esgoto também subiram e ficaram, em média, 2,44% mais caras, segundo o IBGE. A alta atingiu sete das treze regiões pesquisadas.
Alimentação
No que se refere a alimentação e também bebidas, a inflação foi de 0,65% no mês de julho.
As maiores altas foram do feijão-mulatinho (8,88%), do fubá (3,53%), do leite longa vida (3,09%) e, novamente, da cebola (2,85%).
A cebola subiu menos que em junho, quando o preço tinha saltado 23,78%. Mesmo assim, somente neste ano o preço do produto mais que dobrou e já acumula alta de 155,19%.
(DOL com informações do site BOL)
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