O Rio de Janeiro enfrenta uma epidemia de esporotricose, uma doença causada por fungo e caracterizada por lesões na pele. Ela afeta principalmente os gatos e pode ser transmitida para os humanos.
De acordo com a prefeitura do Rio, nos primeiros seis meses deste ano foram registrados 824 casos de animais infectados na cidade.
Uma campanha foi lançada para que o número de casos seja diminuído. O material de alerta à população explica que quando um gato encosta as garras em árvores, plantas, terra ou qualquer outro material orgânico que esteja em decomposição, ele pode se contaminar.
Geralmente, o animal apresenta feridas profundas com pus no rosto e nos membros, que não cicatrizam e se espalham. Além dos sintomas visíveis, o gato pode emagrecer por conta da perda de apetite, isolamento, espirros frequentes e secreção nas narinas.
O material explica ainda que a condição é letal para os gatos, mas que também há solução para eles. Entre os humanos também há tratamento disponível. “Caso a lesão seja observada na pele de uma pessoa, é necessário ir a uma unidade municipal de saúde”.
COMO PREVENIR A DOENÇA
— Procure um veterinário caso suspeite que seu animal esteja contaminado
— Usar luvas ao manipular bichos doentes
— Limpar o ambiente com água sanitária
— Animais em tratamento devem ser mantidos em locais seguros e isolados
— Caso a doença não seja tratada a tempo e o bicho morra, o corpo deve ser cremado e não enterrado, já que o fungo sobrevive na natureza
— Não cobrir as feridas com curativos
— Não dar banho no animal doente
— Castrar gatos e gatas saudáveis para evitar que eles saiam de casa e sejam contaminados
— Procure um médico caso suspeite que uma pessoa está contaminada.
(DOL com informações do Jornal Ciência)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar