As autoridades policiais da Bahia estão analisando um caso que virou piada nas redes sociais. Um retrato falado para identificar um suspeito de cometer crimes durante o Carnaval foi feito por um agente público incapaz de realizar o processo via computador.
Os peritos que fazem o trabalho de identificação por computação gráfica não trabalharam nas noites de folia.
Com isso, o retrato falado foi feito à mão, o que, segundo o sindicato da categoria, não é mais realizado.
O Sindicato dos Peritos Papiloscópicos da Bahia (Sindpep) informou que uma portaria de novembro do ano passado alterou o regime de trabalho na área administrativa da corporação, que ficou restrito de segunda a sexta-feira, entre 8h e 18h.
“Este fato é um absurdo, retirar os peritos técnicos plantonistas e colocar pessoas sem atribuição legal e que não são peritos para realizar um trabalho tão importante para a população", disse o presidente do Sindpep, Marcel Engrácio, na página do sindicato no Facebook.
(DOL com informações da Band)
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