Na última quinta-feira (17), o número de entidades de empresários que passaram a defender publicamente a saída de Dilma Rousseff da Presidência aumentou.
As pressões ocorrem principalmente do empresariado de São Paulo. Algumas entidades envolvidas são a Federação das Indústrias Paulistas (Fiesp); Associações Comerciais Paulistas (Facesp), a Associação Comercial de São Paulo, CNI (Confederação Nacional da Indústria) e pela Fecomercio-SP.
Segundo a Folha de S. Paulo, Fiesp e a Facesp pediram expressamente a renúncia de Dilma. "Seu passado de lutas, suas convicções e seu amor pelo Brasil serão engrandecidos por essa atitude de desprendimento e de consideração pelo povo. Para o bem de todos, renuncie já, evitando um processo que irá prolongar as dificuldades do país", diz a nota de Alencar Burti, que preside as duas entidades.
Já a CNI e a Fecomercio-SP, de acordo com a Folha, elevaram o tom ao exigir soluções para as crises econômica e política. "Já passou a hora de, com respeito aos ditames da lei e da Constituição, darmos um basta a esse impasse para que o país possa retomar o rumo", finalizou Robson Braga de Andrade, da CNI.
(Com informações da Folha de S. Paulo)
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