O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio negou pedido de suspensão da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, marcada para este domingo (17). O pedido da liminar, feito pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), propõe a unificação das ações contra Dilma e Temer, ambas abertas na Câmara dos Deputados. As informações são do portal O Globo.
A votação no plenário poderia ser paralisada, caso o ministro concordasse com a liminar, tendo o colegiado elaborar e votar um novo parecer, incluindo acusações contra a presidente e o vice, bem como suas defesas.
O processo só seria votado no plenário da Câmara após a decisão, colocando em risco não só o mandato de Dilma, mas também de Temer.
Na ação, o parlamentar argumenta que o processo deveria ser julgado em conjunto, já que as denúncias referem-se aos mesmos atos.
Para o parlamentar, o processo contra Dilma tramitou de forma muito apressada na Câmara, “enquanto o impeachment de Michel Temer se arrasta a passos de tartaruga”.
IMPEACHMENT DE TEMER
A denúncia contra Temer está em fase inicial de tramitação. O processo, que chegou à Câmara em Janeiro deste ano, ainda não possui uma Comissão Especial formada para analisar o caso.
(Com informações do O Globo)
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