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Justiça nega liberdade a pastor acusado de abuso

A Justiça do Rio de Janeiro negou, nesta quarta-feira (6), pedido de habeas corpus, impetrado ontem (5), que solicitava a liberdade do pastor Felipe Garcia Heiderich, marido da pastora Bianca Toledo. Ele é acusado pela polícia de abusar sexualmente do ent

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A Justiça do Rio de Janeiro negou, nesta quarta-feira (6), pedido de habeas corpus, impetrado ontem (5), que solicitava a liberdade do pastor Felipe Garcia Heiderich, marido da pastora Bianca Toledo. Ele é acusado pela polícia de abusar sexualmente do enteado de 5 anos.

O pedido foi recusado pela desembargadora Maria Sandra Kayatd, da 1ª Câmara Criminal do Rio, e Felipe Garcia segue preso e isolado em uma cela, da Cadeia Pública José Frederico Marques (Bangu 10), no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

O pastor foi detido nesta última terça-feira, após ter a prisão temporária, de 30 dias, decretada pela 17ª Vara Criminal do Rio. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, a missionária Bianca Toledo procurou a Delegacia do Adolescente e da Criança Vítima (DCAV), no último dia 22 de junho, e denunciou o pastor como o autor de abuso sexual ao filho dela. O crime teria sido praticado numa residência do Recreio dos Bandeirantes, também na Zona Oeste.

Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), o religioso se alimenta normalmente na cadeia pública, mas só poderá receber visitas após um cadastramento na unidade.

SENADOR SE MANIFESTOU

O pastor e senador Magno Malta (PR-ES) se pronunciou nesta quarta-feira (6) sobre o caso, em Brasília, e chamou Felipe Heiderich de “falso pastor”.

"O fato é que a pastora Bianca Toledo, casada com o senhor Felipe Heiderich, descobriu que esse pastor, falso pastor, estava abusando de seu filhinho de cinco anos de idade", afirmou o senador, que disse terá acessado o pedido de prisão do pastor, feito pelo Ministério Público do Rio de Janeiro ao juiz da 17ª Vara Criminal Paulo César Vieira Carvalho Filho.

O senador ainda esclareceu que a criança de cinco anos relatou todos os fatos, tendo sido ouvida por psicólogo e psiquiatra.

A Polícia também colhe depoimentos de funcionários e ex-funcionários de Felipe, que, segundo o político, já sabiam do comportamento do pastor com a criança na ausência da mãe.

(Com informações do Extra)

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