O processo por quebra de decoro parlamentar, aberto pelo conselho de ética da Câmara dos Deputados, contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), está em vias de ser arquivado.
O parlamentar responde por ter citado o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador e dedicado seu voto a ele durante o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, no mês de abril deste ano.
De acordo com informações do UOL, a representação contra Bolsonaro só não foi enterrada nesta terça-feira (8) por causa da falta de quórum e ao início das votações no plenário da Câmara. O processo será votado amanhã, 9.
Mesmo com a repercussão internacional do gesto, os conselheiros fizeram manifestações na sessão enfatizando que o parlamentar é imune em seus gestos e palavras, independentemente do conteúdo do discurso.
O relator do processo, Odorico Monteiro (PROS-CE) defende a continuidade da representação protocolada pelo PV. O partido pede a cassação do mandato de Bolsonaro.
(Com informações do UOL)
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