A notícia de que o presidente Michel Temer foi gravado por um dos donos da JBS, Joesley Batista, dando aval para a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha repercutiu na imprensa internacional.
O Clarín, da Argentina, lembra que Cunha comandou todo o processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff e que conduziu a queda da petista com "grande respaldo da grande maioria da Câmara dos Deputados". O jornal observa que Cunha gozava de forte influência e "conhecia em detalhes as tramoias dos principais chefes políticos desse núcleo partidário".
Corrupción en Brasil: graban a Michel Temer avalando el soborno a un aliado clave del gobierno https://t.co/ancvs2vDh7 pic.twitter.com/NeKUuIEg5s
— Clarín (@clarincom) 18 de maio de 2017
O New York Times também destacou a crise, que ocorre em pouco mais de seis meses do impeachment de Dilma Rousseff:
Michel Temer's government has lurched from crisis to crisis since taking power https://t.co/pgnUPmhUfU
— The New York Times (@nytimes) 18 de maio de 2017
Para o El País, da Espanha, a notícia "estremeceu" o Brasil:
ÚLTIMA HORA | Una supuesta grabación en la que Michel Temer obstruye la justicia estremece Brasil https://t.co/CX7m0GJwkI
— EL PAÍS (@el_pais) 18 de maio de 2017
Já no jornal Público, de Portugal, a notícia foi destaque principalmente pelo envolvimento do senador Aécio Neves, sendo apresentada desde a tela de início do portal:
Procurador Geral do Brasil pede prisão do senador Aécio Neves https://t.co/cvkBmykoWr
— Público (@Publico) 18 de maio de 2017
(DOL)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar