Entre bandeiras de Estados Unidos, Israel e Brasil, mais um boneco inflável gigante na forma de Jair Bolsonaro, dezenas de simpatizantes do presidenciável do PSL se reuniram em frente ao prédio da Gazeta, neste domingo (9), onde é realizado um debate entre candidatos ao Planalto. Bolsonaro, esfaqueado quatro dias antes, não estará.
O ato foi organizado pela Direita São Paulo. Um de seus dirigentes, Douglas Garcia, 24, disse à reportagem que a ideia é "mostrar solidariedade à família Bolsonaro e o nosso repúdio à intolerância da esquerda".
Essa incapacidade de "aceitar o contraditório", segundo ele, ficou escancarada com ataques físicos como a agressão contra um manifestante no Instituto Lula por parte de petistas e a facada que Bolsonaro levou.
"Primeiro turno!" era um dos gritos de guerra que o pessoal entoava na Avenida Paulista. Camisas em que Bolsonaro aparece tal qual o Poderoso Chefão também eram um hit.
O ato pró-Bolsonaro se encontrou com uma turma que defendia Ciro Gomes (PDT). "Ciro é o caralho, eu voto Bolsonaro" foi uma das reações imediatas aos opositores.
(Folhapress)
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