As mudanças no Círio deste ano se restringirão praticamente aos trajetos de três das 11 romarias que serão realizadas durante a festa (Traslado para Ananindeua, Romaria Rodoviária, Romaria Fluvial, Motoromaria, Trasladação, Círio de Nazaré, Cicloromaria, Romaria da Juventude, Romaria das Crianças e Procissão da Festa). A Cicloromaria, a Romaria da Juventude, Recírio e a Procissão da Festa tiveram pequenas alterações no trajeto.
A Cicloromaria, que descia pela avenida Conselheiro Furtado até a travessa Quintino Bocaiuva, também vai pegar a avenida Conselheiro Furtado, entrar na Generalíssimo indo até a rua dos Caripunas para depois pegar a Quintino Bocaiuva.
A Romaria da Juventude, que no ano passado saiu da Igreja de São Judas Tadeu (Condor) para a Praça Santuário, vai iniciar na Igreja de Santa Maria Gorethe, no final da travessa Castelo Branco, no Guamá. Já a Procissão da Festa, que saía da comunidade Padre Afonso (rua dos Caripunas) para a Praça Santuário, em 2010, agora vai sair da comunidade Santo Antonio Maria Zacarias.
CAMPANHA
A Diretoria da Festa lançou este ano uma campanha para conscientizar os promesseiros a não cortarem a corda, uma tradição introduzida no Círio de número 62, há 156 anos. Mas, além da campanha, que pede para que eles não levem facas e estiletes para a romaria, a corda também será, pela primeira vez, guardada por policiais militares, que acompanharão de perto os romeiros, alertou César Neves.
Os promesseiros, entretanto, não ficarão sem o seu pedaço de corda para levar para casa. A corda será cortada pelos Guardas de Nazaré. “O nosso objetivo é chegar o mais próximo da Basílica para não atrasar a romaria”.
A ideia é de que a corda seja cortada já nas proximidades do colégio Nazaré, onde Dom Alberto Taveira ficará numa posição estratégica e benzerá a corda antes que ela seja cortada. No ano passado, o corte ocorreu no início dessa avenida, o que causou um atraso na chegada à Basílica Santuário.
A campanha na TV é estrelada por Dom Alberto Taveira e mostra imagens da corda sendo cortada. O bispo pede para que não levem facas. Também serão veiculadas peças no rádio e nos jornais. “Uma faca no meio de dois milhões de pessoas é um perigo muito grande”, afirma . (Diário do Pará)
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