A época não é só de adoração à Nossa Senhora de Nazaré. O Círio impulsiona o trabalho de ambulantes que encaram a tarefa de vender seus produtos com fé e devoção à padroeira.
José de Nazaré Silva, de 42 anos, nasceu na véspera do Círio e recebeu esse nome em homenagem à Virgem. Pela primeira vez ele está no Círio para vender 150 rosas e a expectativa é a melhor. “Com a ajuda da minha Nossa Senhora de Nazaré, até o final do Círio, vou ter vendido todas as minhas rosas”.
Walliene Nascimento, 37, diz que há sete anos consegue vender todos os artigos religiosos, como fitas do Círio, terços, imagens etc, antes do final do Círio. “Vendo muito para turistas e para outros ambulantes, que revendem meus produtos”, conta.
Entre uma venda e outra, a devoção pela padroeira paraense é grande. “Sou devoto há anos e tenho fé de que Nossa Senhora nos abençoa sempre”, afirmou José de Nazaré.
(Ângela Bazzoni/DOL)
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