Segundo a presidente do Sindicato dos Artesãos da Praça da República, Nilza Alcântara, o Círio não é um momento de faturamento para quem depende das vendas na praça para tirar o sustento da família.
Ela diz que a cada ano o espaço para esses ambulantes fica menor. “O Círio é muito movimentado, traz muitas alegrias, mas nós temos que ficar atrás das arquibancadas, num espaço muito pequeno e quase não conseguimos vender nossos produtos. É um dia de pouco faturamento”.
Ela explicou que os vendedores da praça se dividiram: alguns ficaram na Praça da República, outros foram para a Praça Waldemar Henrique. (DOL)
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