A Fundação Curro Velho abre segunda-feira (8) a exposição “Nossa Mãe”, que reúne trabalhos resultantes de oficinas em diferentes linguagens artísticas: fotografia, pintura, escultura, objetos em cerâmica e gravura. Além da homenagem à padroeira dos paraenses, a instituição também apresenta trabalhos artísticos feitos a partir de resíduos industriais e insumos naturais.
Todos os trabalhos da exposição foram produzidos pelas crianças, jovens e adultos que participaram das oficinas da Fundação Curro Velho. A exposição ficará aberta para visitação até o dia 31 deste mês, de segunda a sexta-feira, no horário de 9 às 17 horas. Sábado (13), a sede da fundação, no Telégrafo, estará aberta para visitação pública e para que os devotos de Nossa Senhora de Nazaré possam assistir no trapiche da instituição à passagem do Círio Fluvial. Durante a visitação pública, haverá apresentação da Corporação Musical da Escola Estadual Magalhães Barata.
Toda a programação de outubro da Fundação Curro Velho integra o circuito cultural Nazaré em Todo Canto, promovido pelo Governo do Pará. A Orquestra Choro do Pará também participa da programação, com um concerto dia 16, às 19 horas, no teatro da Fundação Curro Velho. Dia 19, será apresentado o espetáculo teatral “Os Apaixonados da Mangueirosa”, resultado da oficina de linguagem cênica, às 17 horas, no mesmo teatro. Toda a programação tem entrada franca.
Durante todo o evento cultural, os visitantes também poderão conhecer o Mercado do Curro Velho, um espaço de comercialização e escoamento da produção dos resultados das oficinas, como desenho, pintura, gravura, objetos em cerâmica, madeira, estamparia, tecelagem e cartonagem, entre outros.
Serviço: Programação cultural da Fundação Curro Velho/ Nazaré em Todo Canto. De 8 a 31 deste mês. Atividades: exposição “Nossa Mãe”, de 8 a 31, com visitação pública ao trapiche da Fundação Curro Velho dia 13; concerto da Orquestra Choro do Pará dia 16 e espetáculo teatral “Os apaixonados da Mangueirosa”, dia 19. Local: sede da Fundação Curro Velho, na rua Professor Nelson Ribeiro, 287, esquina com a travessa Djalma Dutra, no Telégrafo. (Agencia Pará)
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