Para a psicóloga Kamilly Vale, especializada no atendimento a crianças e adolescentes, é utopia achar que os pequeninos não vão usar smartphones nem passar parte do tempo conectados, afinal a nova geração já nasceu inserida nessa nova realidade.
“Porém, precisamos observar que tudo é uma questão de contexto, não apenas social, mas familiar. Sem analisar isso, é impossível entender qualquer fenômeno. Como a família, por exemplo, lida com a tecnologia? Normalmente, os smartphones e tablets são utilizados pelos pais como instrumento para controlar os filhos”, analisa Vale.
De acordo com a psicóloga clínica e hospitalar Andréa Maia, é preciso ter cautela, principalmente no grande tempo gasto com o uso do tablet pelos pequeninos. O vício velado é outra consequência que os pais devem estar sempre atentos para evitar.
A especialista também destaca que há consequências físicas desencadeadas pelo uso excessivo de estímulos eletrônicos. “É sempre bom ressaltar que muitas horas on-line podem trazer insônia - porque a criança fica até de madrugada jogando - e ansiedade, principalmente quando ela não pode jogar ou é proibida pelos pais de usar o tablet em determinadas situações”, alerta a psicóloga.
(DOL com informações da D Semanal)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar