Saias compridas, bustiê bordado, véus, brincos, colares, anéis e muita sensualidade. Não é à toa que a dança do ventre conquistou também o Ocidente. Além da sensualidade, a dança trabalha a autoconfiança e a autoestima da mulher.
Ninguém sabe ao certo quando e onde ela teve início. Alguns historiadores acreditam que tenha nascido por volta do ano 7.000 a.C., no Oriente Médio, mas fazem parte hoje de academias por todo o mundo.
“A dança tem um caráter terapêutico e desenvolve a autoestima. É uma percepção do eu, de se sentir bonita, de se sentir uma mulher mais feliz. Trabalha a valorização. A mulher aprende a se maquiar, coloca uma roupa maravilhosa e isso tem um efeito muito interessante na sua vida, com o seu relacionamento e com todos ao redor”, ressalta a especialista em dança do ventre Juliana Marconato, de São Paulo.
Como a mulher passa a conhecer mais o próprio corpo, torna-se mais dona de si e desenvolve mais a sensualidade com muito equilíbrio e elegância. Internamente, a sexualidade também recebe benefícios.
“A dança faz com que toda a função feminina fique em equilíbrio, desde a preparação do corpo da mulher para o seu parceiro até a gravidez e o parto. Como existe um aumento da circulação e todo um trabalho pélvico, ela fica com uma estrutura melhor desenvolvida e melhora sua função sexual. Fortalece também a musculatura vaginal com as batidas e os movimentos de contração e relaxamento, o que evita a incontinência urinária e a flacidez”, enumera a professora.
Segundo Juliana, a dança movimenta o chakra sexual, do umbigo e do plexo solar. “Isso faz com que a mulher evolua em seus relacionamentos. Já os giros harmonizam os chakras do coração, da garganta e o da conexão com a coroa, localizado no topo da cabeça”, explica.
CALORIAS
Mexer os quadris no ritmo da dança do ventre pode fazer muita diferença no seu corpo. Para começar, uma hora de aula queima, em média, 400 calorias. “Essa história de que a dança do ventre dá barriga, não é verdade. Acontece justamente o contrário. A cintura fica bem trabalhada, existe uma definição muscular em toda essa área, assim como no próprio abdômen. A mulher também começa a perder a vergonha da barriga e, sim, começa a mostrá-la na dança, independente de como seja”.
(DOL com informações da D Semanal)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar