Nas grandes cidades é comum que as pessoas passem a maior parte do tempo fora de casa, emendando compromissos e afazeres: saem de casa para o trabalho, do trabalho para o curso, do curso para a academia... e às vezes sem ter a oportunidade de trocar de roupa entre um compromisso e outro.
E em Belém, os dias chuvosos são mais frequentes nessa época do ano, o que complica tarefas simples, como a de manter o corpo seco e evitar futuras complicações. Acessórios como capas ou guarda-chuvas são eficientes para proteger a parte do superior, no entanto, deixam os membros inferiores expostos, principalmente os pés.
Com a umidade consequente do clima da região e o uso de sapatos fechados, os pés podem ser uma porta de entrada para a proliferação dos fungos, já que este tipo de microorganismo gosta de umidade.
Após pegar chuva, a pele, o calçado e a roupa ficam molhados por um tempo, o que cria condições favoráveis para que ele se prolifere, como explica a dermatologista do Hapvida Saúde, Betania Sales.
Ela destaca ainda, a importância do acompanhamento de um profissional, em caso do surgimento de doenças. “Usar medicamentos inadequados sem obter resultado poderá implicar na transformação das lesões dermatológicas, que são muito parecidas e a gente sempre ouve ‘ah eu usei isso e resolvi’. E sabemos que não é bem assim, pois existem vários tipos de pele e de lesão” esclarece. Segundo ela, tais atitudes, além de influenciar, dificultam o diagnóstico e direcionamento do tratamento do paciente.
Contudo, para evitar que essa situação ocorra ou seja agravada, algumas dicas de proteção e cuidado devem fazer parte da rotina, ainda mais em épocas mais chuvosas e úmidas, como:
-Colocar o sapato no sol
-Usar calçados arejados
-Enxugar bem entre os dedos
(DOL com informações da assessoria da Hapvida Saúde)
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