A mais conhecida é a fibrilação atrial (FA), um tipo de arritmia, que ocorre quando o coração bate de maneira rápida e irregular. A doença dificulta o bombeamento do sangue para o resto do corpo, além de facilitar a formação de coágulos que poderão chegar ao cérebro e causar um novo AVC. “Os pacientes com FA têm cinco vezes mais probabilidade de ter um acidente vascular cerebral em comparação com a população em geral e, além disso, a fibrilação atrial não diagnosticada, previamente, é uma causa provável de muitos derrames de origem desconhecida”, explica Dr. Pavanello.
Existem diferentes estratégias para o controle do ritmo e/ou frequência cardíaca. Por outro lado, de acordo com o posicionamento da Sociedade Europeia de Cardiologia (European Society of Cardiology) e também com as Diretrizes Brasileiras de Cardiologia sobre Fibrilação Atrial, apenas a terapia anticoagulante demonstrou ser capaz de reduzir a mortalidade relacionada à FA. Sendo assim, o uso do tratamento anticoagulante, como a rivaroxabana (Xarelto®, da Bayer), é fundamental em pacientes que já tenham desenvolvido esse tipo de arritmia para evitar suas complicações, entre elas o AVC.
(DOL, com informações de Bayer HealthCare)
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