O verão amazônico se aproxima e mais importante que a exposição solar para pegar uma "corzinha" é aproveitar o sol para cuidar da saúde e um banho de sol nas primeiras horas da manhã e no final da tarde é uma ótima maneira de suprir o organismo com vitamina D, uma das principais aliadas do equilíbrio da saúde.
Fundamental para auxiliar no metabolismo do cálcio, especialmente para o desenvolvimento da massa óssea, a vitamina D também é importante para a prevenção da osteoporose em idosos e diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares.
As informações são da endocrinologista do Laboratório Sabin, Fabíola Arruda, que afirma ainda que os pacientes que mais procuram tratamento para a carência de vitamina D são os idosos, obesos e mulheres na menopausa. Mais isso não significa que as outras pessoas estão livres de complicações causadas pela falta da vitamina no organismo.“
No Brasil, a faixa etária entre 19 e 59 anos é a mais afetada pelo problema. Tanto homens como mulheres sofrem com a falta da vitamina devido a pouca exposição ao sol e dieta com deficiência desta vitamina. Em nosso Estado esta realidade não é diferente”, explica a gestora técnica do laboratório, Priscila Braga. Só no último ano o laboratório contabilizou 1.724 exames para detectar o nível de vitamina D no organismo.

O exame é feito por meio da coleta de sangue do paciente com pelo menos 8 horas em jejum. “Solicitar este tipo específico de análise ainda não faz parte do cotidiano dos pacientes, sendo que os médicos são os principais responsáveis pela solicitação do exame, que tem o objetivo de diagnosticar a falta da vitamina”, explica.
Os pedidos médicos são realizados por especialidades diferentes como endocrinologistas, ginecologistas, pediatras, geriatras e clínicos gerais. No mundo, estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas tenham índices abaixo dos recomendáveis para a saúde. Entre as doenças que podem ser facilitadas pela deficiência de vitamina D estão o câncer, hipertensão, diabetes, derrames, distúrbios psiquiátricos, lúpus e esclerose múltipla.
Para obter níveis adequados de vitamina D no organismo, além da exposição solar sempre fazendo uso do filtro solar, a endocrinologista recomenda ainda suplementos vitamínicos e o consumo de alimentos como manteiga, nata, gema de ovo, salmão e óleo de fígado de bacalhau. “Na região amazônica as fontes mais ricas com este tipo de nutriente são os pescados e o queijo do Marajó. O consumo destes alimentos de forma saudável e sem excessos, ajudam bastante na saúde do paciente”, esclarece.
(DOL com informações do Laboratório Sabin)
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