Hoje em dia não se discute mais a participação do futuro papai no pré-natal da mulher grávida pois seu papel é imprescindível e necessário, porém, a gravidez é sempre um mistério para o homem e muitas vezes ele não sabe como ajudar, mas com algumas dicas ele vai compreender melhor o que acontece com você.
É recomendável sempre que possível, acariciar o abdômen da mulher, dizer palavras doces e meigas no sentido de procurar uma comunicação física com o feto que está sendo gerado, transmitindo todo o seu carinho e afeto para o filho que deverá chegar em breve.
Esteja certo que o feto esta recebendo a comunicação e emoção transmitida já que a parede do abdômen e do útero não são obstáculos para este acesso, já que está provado que o feto percebe sons, temperatura, luz e movimentos que ocorrem na parte externa próxima à parede abdominal da grávida, e sendo assim, o diálogo da mãe ou do pai com o futuro bebê é viável e importante.
Alguns maridos passam a tratar a mulher de maneira bem diferente da habitual, como se a esposa estivesse doente, e passam a cercar a sua liberdade de movimentação ou expressão. O correto é que o companheiro procure ser carinhoso, atencioso, e, principalmente, mostre atração física e psicológica pela mulher, que muitas vezes se sente fisicamente menos sensual pelo estado gestacional e mudanças de seu corpo, então carinho e atenção à mulher grávida nunca são demais.
Até o quarto mês a gestação é instável; é quando a placenta passa a funcionar plenamente, substituindo o corpo amareIo na produção dos hormônios, e também as vilosidades coriônicas na alimentação do embrião. Até atingir esta fase, é maior a chance de ocorrer o aborto, e nesta fase, devido ao risco maior de sangramento e também aborto, a relação sexual deverá ser delicada, sem grandes movimentos abrutalhados, e sem grandes acrobacias ou mudanças de posições ou, ainda, sem posições esdrúxulas.
EMOÇÕES
O marido deve ter muita paciência e ser participativo, pois metade do material genético é de sua responsabilidade. A mulher, quando fica grávida, sofre grandes modificações na sua estrutura física, mental, psicológica e social - fica mais insegura, mais agressiva, chora com facilidade e, muitas vezes, fica cheia de caprichos e desejos. É como se o resto do universo fosse inimigo e hostil; a agressividade se volta inclusive contra o marido ou os familiares - portanto, é preciso que haja muita paciência, muito diálogo, muita atenção e muito carinho, para não se desestruturar a estabilidade já precária da gestante.
Toda vez que houver condições de o marido atender a um capricho da gestante, deverá fazê-lo, desde que não seja absurdo; neste caso, deverá dialogar com ela e mostrar a impossibilidade da execução do mesmo, e, não, recusar diretamente o pedido.
O futuro papai também deve participar das massagens recomendadas para o corpo dela e, sempre que possível, em fase mais adiantada da gravidez, ajudá-Ia a se levantar ou fazer serviços para os quais ela se encontre impossibilitada, como carregar muito peso ou abaixar-se demais, poupando-lhe esforços que possam causar dor ou contração uterina.
Lista de dicas para o papai não esquecer
(DOL com informações dos sites Guia do Bebê, Revista Crescer)
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