Não esqueça!
- A grávida vai ficar mais emotiva sim– e não só com notícias que envolvam crianças, mas até com uma propaganda ou desenho animado. Sim, seria como uma TPM, mas ainda mais imprevisível...
- Vai falar sobre a louça suja ou a porta que ficou destrancada? Se não puder evitar, finalize a reclamação com um apelido carinhoso. Mas prefira frases seguras, como: “Claro que concordo com você”. Ou: “Sim, querida”.
- Sua mulher pode estar desconfortável com o próprio corpo e se achar feia. Então, nunca chame-a de “orquinha” ou qualquer outro apelido do gênero (mesmo que com muito carinho).
- É comum a grávida ter dificuldades para dormir por causa de algum mal-estar. Em momentos assim você deve ser solidário e, de preferência, não dormir também (em geral, ela vai querer dividir a preocupação com você).
- No momento do parto, sua função é ficar firme e não desmaiar. Depois, no pós-parto, seu papel é controlar o número de visitas ao recém-nascido.
- Acompanhe as consultas médicas, exames e compras: O envolvimento do homem não fica apenas dentro de casa. Participar ativamente da escolha do enxoval, dos móveis e até da decoração do quarto também faz parte do papel do pai. E mesmo quando estiver sem tempo, o homem deve fazer um esforço para acompanhar exames, consultas médicas e até fazer aquela surpresa na aula de yoga para gestantes.
- Aproveite o tempo antes da chegada da criança: Aproveite esses momentos para sair com a mulher, ir ao cinema e fazer programas ao ar livre. Os momentos juntos fazem bem não só para a mãe – e consequentemente para o bebê –, como também para a relação do casal. Uma coisa é ser pai e mãe, outra é ser marido e mulher. Um papel não pode impedir ou anular o outro. Por mais trabalho que dê integrar essas duas relações de forma harmônica, esse é um objetivo que deve ser seguido com determinação, coragem e, sobretudo, cumplicidade.
(DOL)
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