É melhor se acostumar com esta expressão. “Netiqueta” é a junção dos termos internet e etiqueta, muitos já ouviram falar nestas expressões de maneira separada, mas pouca gente sabe, é que regras ou conselhos de etiqueta, também se aplicam nas nossas relações sociais em ambientes virtualizados.
Seja como Avatar, Perfil, IP, ou qualquer forma de inserção no ciberespaço, o indivíduo conectado passa a existir nesta plataforma atrativa, cheia de oportunidades e armadilhas. Assim como as leis do mundo real, as regras de etiqueta são aplicadas em plenitude nesta vida paralela. Em nada adianta ser um “gentleman” na vida real e no mundo virtual ser um “ogro” relacional, ou vice e versa.
Para evitar as armadilhas da incoerência e da incompatibilidade de comportamentos, devemos ter alguns cuidados na vida online. A ansiedade é um entrave para as relações, seja no email, num aplicativo de comunicação instantânea ou numa rede social; é preciso dar um tempo de resposta ao receptor, caso haja urgência, outras ferramentas tecnológicas tornam-se indispensáveis: telefone, sedex, fax, etc. Da mesma forma que a expressão “favor acusar recebimento” merece pelo menos um “ok” como registro de recebimento da mensagem. Escrever em caixa alta (letras maiúscula) dão a impressão de que o autor da mensagem está gritando desesperadamente e não enfatizando uma ideia como muitos imaginam.
Vamos fazer o seguinte exercício de imaginação, eu e você, estamos conversando sobre um tema descontraído e interessante, até que um de nós resolve se levantar e sair da conversa sem nem ao menos se despedir. Essa ação repentina e insana, no mínimo gerará um mal estar que afastará futuras possibilidades de diálogo. O mesmo acontece quando alguém sai de um bate papo virtual sem avisar. A expressão off-line é a última informação que vemos na tela, nos perguntamos nesta hora, o que houve? Falei algo que não devia? Será que ela morreu?
A “fofoca”, considerada por inúmeros autores, como uma espécie de “mania nacional”, se já é uma prática feia no mundo real, quanto mais no mundo virtual, que não se tem noção do alcance de uma atitude depreciativa e irresponsável. Existem pessoas que colocam a mão na frente do rosto quando vão ser fotografadas, esta atitude caracteriza um desacordo com tal fotografia. Assim sendo, tirar esta foto, já seria uma atitude mal educada, quanto mais publicar e compartilhar tal imagem. Fica a dica aos “panfletistas” online, que entram em redes sociais, só para mandar imagens ou banners de festas e eventos que nem ao menos temos interesse em participar, isso é spam, ou melhor, é uma baita falta de educação e abuso da boa vontade alheia.
São inúmeras dicas de “netiqueta”, mas a principal é a educação permanente. Onde as relações são alicerçadas no respeito entre os iguais e os diferentes. O que é engraçado para um, pode ser de muito mau gosto para outro. O limite do bom senso é o respeito. Isso serve para o adulto, jovem ou criança. Podemos viver conectados no ciberespaço, sem nunca desconectar dos valores milenares da boa educação. Isso é inclusão digital e principalmente CIDADANIA VIRTUAL.

“Netiqueta”
É melhor se acostumar com esta expressão. “Netiqueta” é a junção dos termos internet e etiqueta, muitos já ouviram falar nestas expressões de maneira separada, mas pouca gente sabe, é que regras ou conselhos de etiqueta, também se aplicam nas nossas relações sociais em ambientes virtualizados.
Seja como Avatar, Perfil, IP, ou qualquer forma de inserção no ciberespaço, o indivíduo conectado passa a existir nesta plataforma atrativa, cheia de oportunidades e armadilhas. Assim como as leis do mundo real, as regras de etiqueta são aplicadas em plenitude nesta vida paralela. Em nada adianta ser um “gentleman” na vida real e no mundo virtual ser um “ogro” relacional, ou vice e versa.
Para evitar as armadilhas da incoerência e da incompatibilidade de comportamentos, devemos ter alguns cuidados na vida online. A ansiedade é um entrave para as relações, seja no email, num aplicativo de comunicação instantânea ou numa rede social; é preciso dar um tempo de resposta ao receptor, caso haja urgência, outras ferramentas tecnológicas tornam-se indispensáveis: telefone, sedex, fax, etc. Da mesma forma que a expressão “favor acusar recebimento” merece pelo menos um “ok” como registro de recebimento da mensagem. Escrever em caixa alta (letras maiúscula) dão a impressão de que o autor da mensagem está gritando desesperadamente e não enfatizando uma ideia como muitos imaginam.
Vamos fazer o seguinte exercício de imaginação, eu e você, estamos conversando sobre um tema descontraído e interessante, até que um de nós resolve se levantar e sair da conversa sem nem ao menos se despedir. Essa ação repentina e insana, no mínimo gerará um mal estar que afastará futuras possibilidades de diálogo. O mesmo acontece quando alguém sai de um bate papo virtual sem avisar. A expressão off-line é a última informação que vemos na tela, nos perguntamos nesta hora, o que houve? Falei algo que não devia? Será que ela morreu?
A “fofoca”, considerada por inúmeros autores, como uma espécie de “mania nacional”, se já é uma prática feia no mundo real, quanto mais no mundo virtual, que não se tem noção do alcance de uma atitude depreciativa e irresponsável. Existem pessoas que colocam a mão na frente do rosto quando vão ser fotografadas, esta atitude caracteriza um desacordo com tal fotografia. Assim sendo, tirar esta foto, já seria uma atitude mal educada, quanto mais publicar e compartilhar tal imagem. Fica a dica aos “panfletistas” online, que entram em redes sociais, só para mandar imagens ou banners de festas e eventos que nem ao menos temos interesse em participar, isso é spam, ou melhor, é uma baita falta de educação e abuso da boa vontade alheia.
São inúmeras dicas de “netiqueta”, mas a principal é a educação permanente. Onde as relações são alicerçadas no respeito entre os iguais e os diferentes. O que é engraçado para um, pode ser de muito mau gosto para outro. O limite do bom senso é o respeito. Isso serve para o adulto, jovem ou criança. Podemos viver conectados no ciberespaço, sem nunca desconectar dos valores milenares da boa educação. Isso é inclusão digital e principalmente CIDADANIA VIRTUAL.
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