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Curta a festa da firma. Mas sem gafes!

O mês de dezembro é sinônimo de festa. É quando diversas instituições e empresas organizam confraternizações para reunir funcionários e colaboradores, estreitar parcerias, comemorar as metas alcançadas durante o ano. Mas fique esperto! Um erro comum é ima

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O mês de dezembro é sinônimo de festa. É quando diversas instituições e empresas organizam confraternizações para reunir funcionários e colaboradores, estreitar parcerias, comemorar as metas alcançadas durante o ano. Mas fique esperto! Um erro comum é imaginar que o ambiente festivo não implica em problemas ao se cometer excessos, como abusar de bebidas alcoólicas, trajar roupas muito sensuais ou passar no ponto na animação.

Na festa da empresa, comportamentos que não cabem no local de trabalho podem acabar prejudicando a imagem do profissional perante seus colegas e superiores. Mesmo não estando no ambiente do batente, atitudes exageradas e inconvenientes certamente serão observadas - e de forma negativa. Por isso, é sempre recomendável atenção aos limites e usar o bom senso para não errar.

O consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH, Celso Bazzola, ressalta: qualquer ato extrapolado pode virar motivo de brincadeiras de mau gosto - e o colaborador corre ainda o risco de ter esses momentos registrados por smartphones e, na pior das hipóteses, expostos nas redes sociais.

Quando o colaborador atua em cargos de confiança, as extravagâncias podem criar uma imagem que não condiz com a do profissional. Bazzola considera que beber demais é um dos piores excessos, já que pode levar a pessoa a ter atitudes que fogem do seu controle. “Chegue no horário marcado, observe bem o ambiente, se divirta. Mas procure se portar cumprindo todos os protocolos impostos”, ressalta. E isso vale até para a forma de dançar e o trato com colegas.

FICHA CORRIDA

Caso você cometa alguma gafe, se a ocasião se tratar de um ato isolado, Bazzola diz não acreditar que o mau comportamento possa acarretar demissão do funcionário. Porém, ele faz um alerta: caso a pessoa já possua um “histórico”, uma reincidência pode, sim, prejudicar muito a carreira do profissional.

Então, se você foi convidado para uma confraternização, procure chegar cedo. Se levou acompanhante, seja esposa ou esposo, filho ou um amigo, procure apresentar a pessoa e cumprimente os colegas. E atenção: ao fim de tudo, não seja o último a sair. “Fechar a festa”, vale ressaltar, também não é interessante para quem quer manter a etiqueta.

SEM ARMADILHAS

O especialista em RH Celso Bazzola ainda faz um último alerta: empresa também deve considerar alguns critérios no momento da organização do evento. Um exemplo: evitar distribuir bebidas muito cedo ou definir a programação musical pode ajudar. “Por fim, a decisão de ir é sua. Mas se não puder ir, sempre agradeça pelo convite e informe o motivo da ausência”, aconselha.

(Pryscila Soares/Diário do Pará)

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